Quilombo de artistas que pesquisa identidade, inserção, representação e representatividade das subjetividades negras nas artes da cena

A história do Pretagô começa em 2014 no Departamento de Arte Dramática do Instituto de Artes da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Hoje, no repertório do grupo estão os espetáculos Qual a Diferença entre o Charme e o Funk? [2014], AfroMe [2015], Noite Pretagô [2017], Mesa Farta [2020] e Corpos Ditos [2020].

Em 2016, o grupo participou como grupo convidado na ocupação artística do Projeto Usina das Artes na Usina do Gasômetro onde realizou de forma continuada oficinas, saraus, leituras dramáticas entre outras atividades. Em 2018, o grupo realizou o projeto Ocupação Pretagô, oferecendo à cidade ao longo de todo o ano programação artística própria e de artistas convidados de forma gratuita no Boteco do Paulista, localizado no Centro Histórico de Porto Alegre. Em 2021, correaliza o festival VERAFRO – Verão Afro Performativo Pretagô Espiralar Encruza, financiado com recursos da Lei 14.017/2020 (Lei Aldir Blanc). 

Um dos objetivos do grupo é a democratização do acesso em suas programações. Sendo assim, as apresentações e temporada de espetáculos, cursos, oficinas e workshops promovidos pelo grupo são em sua maioria acessados de forma gratuita ou com sistema de cotas  para pessoas negras e de baixa renda. Em suas apresentações e participações em atividades formativas, contabilizam-se mais de 10.000 participantes na cidade de Porto Alegre. Ao longo de sua trajetória o grupo contou com parcerias institucionais e de organizações civis, tais como o Departamento de Educação e Desenvolvimento Social da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, a Secretaria Municipal de Cultura da Prefeitura de Porto Alegre, o Sesc-RS, o Sopapo Poético, a Usina do Trabalho do Ator, a Cia Rústica, o Quilombo dos Alpes, o Quilombo do Areal, o Quilombo dos Machado, o Boteco do Paulista e o Bloco da Laje.

Prêmios

Prêmio Açorianos de Teatro 2015 de Melhor Trilha Sonora para Qual a Diferença entre o Charme e o Funk?

Prêmio Açorianos de Teatro 2016 de Melhor Produção para AfroMe

Prêmio Braskem em Cena 2016 de Melhor Espetáculo – Júri Popular para AfroMe

Prêmio Braskem em Cena 2018 de Melhor Espetáculo – Júri Popular para Qual a Diferença entre o Charme e o Funk?

Indicações para Melhor Direção, Melhor Ator (Bruno Fernandes), Melhor Dramaturgia e Melhor Produção no Açorianos de Teatro 2015 para Qual a Diferença entre o Charme e o Funk?

Indicações para Melhor Produção e Melhor Trilha Sonora no Açorianos de Teatro 2016 para AfroMe

Troféu Arte em Movimento edição Porto Alegre 2018 para o conjunto da obra grupo Pretagô

ARTISTAS